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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Amigos têm a chave de nosso coração


O que podemos compreender raramente na vida, é que as amizades se vão. Cuidamos sempre para que isso nunca ocorra, e lutamos para que nossa vida seja feita com sólidas amizades, sorrisos e carinho daqueles que temos intimidade e desinibição.
Pudera imaginar uma vida sem amigos? Passando seus dias em casa, ou na companhia sempre de sua família. Dias frios, pode pensar até mesmo que seja uma tolice um pensamento assim, que a família ou um amor não possa suprir a falta de um amigo, e não supri mesmo, há coisas que não consegue falar com seus irmãos, outras com seus pais e algumas outras com sua namorada. Amigos é como uma grande multidão em seu peito, com vozes, passos, buzinas e euforia, nada se compara a felicidade de sorrir entre eles e o melhor quem sabe a quantidade de tempo que despende para apenas estarem juntos.
Podemos conciliar amigos, namoros, trabalho, estudos e família. Algumas vezes não nos damos conta disso, e o trabalho toma o lugar principal na vida de alguém, outros suas convicções religiosas, alguns outros o namoro, ou até mesmo o parceiro que exclui sua agenda de amigos por pura insegurança, porém, tudo é permitido, sim, por você, se propõe a aceitar ou agir dessa forma, se olhares para trás talvez perceba o quanto de tempo vai levar para chegar próximo aos seus amigos novamente, pois tudo é uma questão de tempo e escolhas. Sugiro que pense nos motivos que fez se afastar de alguém e então veja o tempo que alimentou para que isso acontecesse, retroceda a ampulheta e julgue que todo esse tempo deve ser voltado, mas com percentual a mais, já que a intimidade e outros fatores entre quaisquer pessoas, demorem a ser restabelecidas.
Já caminhou alguma vez sobre um meio fio, ou guia da calcada? Se já fez isso, uma hora ou outra já deve ter se apoiado no ombro de alguém. Possivelmente vai se lembrar que atos fizeram que essas pessoas desaparecessem sem aviso prévio, e talvez estejam apoiando outros por serem diferentes.

Se tratares a seus amigos como trata sua família, jamais os terá como amigos, caso prefira com regras de boa conduta e cordialidade exagerada, vai fazê-los de seus colegas, aqueles que sempre você quer ver, pois não te incomodam ou dizem coisas que você não gostaria de ouvir, ou quem sabe escolha tratá-los com indiferença, vai conhecer seus futuros colegas de trabalho, chegará, cumprimentará e praguejará com eles no café sobre a empresa ou a vida de algum ausente na rodinha, todavia sua integridade não permita isso, uma hora ou outra talvez aconteça.
Não se pode mensurar ou limitar o carinho que possam lhe conceber, é um absurdo delimitar o que é importante ou não na vida de alguém, deve-se respeitar as diferenças, situações e escolhas, mas que não se afaste de vez, ainda tratará de pegar o próximo trem, os que são próximos de ti realmente saberão de sua indiferença, e seja honesto com eles e consigo mesmo, não se justifique por ocasiões, os finais de semana ou emails estão o tempo todo disponíveis, que dirá o celular.
Conheceremos muitas pessoas em nossas vidas, algumas que ficaremos furiosos com a vida em trazê-las com tanto atraso e demora, desde a infância a velhice encontraremos amigos novos, paqueras e alguma ou outra chateação, mas que o peso de uma amizade seja maior do que todas as tristezas e as dores provocadas por pessoas que se julgavam companheiras. A vida não minguará apenas por estarmos envelhecendo, continuaremos nossa caminhada e em cada rua ou atalho perguntaremos para aqueles que ali estão, onde foi parar sua felicidade, e eles lhe entregarão um pedaço de barbante, para que jamais se esqueça deles.
A vida é um pouco injusta de tragar o seu melhor amigo para o céu, mas vai lembrar cada momento feliz que esteve próximo dele, e raramente pensará em sua morte. É a generosidade que o amor entre duas pessoas consegue fazer, as memórias ficarão para sempre e o sentimento de carinho e afeto jamais se extinguirá, nem mesmo com o fim.
Há ainda o as escolhas que fazemos em nossas vidas, você morar numa cidade longe não inibe de ter seus amigos próximos de você, usar a tecnologia para aproximar suas amizades é essencial, mas isso tem de fluir de si mesmo, não vai adiantar deixar de continuar sua nova vida e pensar o tempo todo naqueles que estão longe, deve manter o contato, mas dar oportunidades que outros apareçam e façam parte de seu ciclo, e não promulgue cargos para seus caros parceiros, vai elitizar sua própria mente e deixará sua conduta hipócrita. Mas também não se esqueça de ninguém, dá para contar nos dedos de uma mão apenas, e não serás difícil.
Abra seus olhos cada dia e pense no quanto de coisas tem a dizer para seus amigos, não se importe com o que vão achar, se te xingarão ou concordarão, cuide de implicar, sempre cuidando da quantidade, mas reconheça que ao fazer isto, se torna cada vez mais íntimo e engraçado, deixe de lado os rancores, as palavras ríspidas e encha sua mochila de discernimento, centenas de vezes vão te falar coisas desprezíveis, mas com o caminhar de suas pernas vai compreender os motivos. Perdoe, isso evita o câncer e as dores lombares, jamais trate levianamente os sonhos deles, saiba que a indiferença de um amigo é mais pesada do que de uma família toda. E aproveite a vida e o carinho que alguém pode lhe proporcionar, porque da vida, só levaremos as lembranças e a bagagem de amor e carinho que colheu.

- M. Leite


sábado, 7 de julho de 2012

Ao meu amigo enxadrista


Buscaria em teus olhos as correntezas de minha insensatez mesmo que houvera grande garbo de minhas honorárias passagens esquecidas desse astuto local onde minhas vértebras sentem calafrios, saciando a saudade que dolorosamente carrego e entre meus dedos, fomentam um fato inexato entre a lógica e o pavor. Raramente trataria o espaço que de mim é acomodado, mas as lembranças felizes que trago ao lustre cinzento sobre as cabeças que aqui estiveram e olharam a vida desvanecer.
                Tórrido ar de todo o aglomerado das substâncias errôneas sucumbirão uma carta a mim mesmo quanto as minhas pegadas familiares, entornadas pela terra e suas entranhas, jazeria mais um, eu, ou aquele, que tentara colidir a razão e o tempo.
                Quisera estar entre as folhas rubras da estante encostada fronte a moldura lúgubre de olhos fixos, ainda que quisera, talvez, a atmosfera gelada inundou as mais espaças basculantes e trouxe o pensamento daquilo que jamais fora esmiuçado.
                Bruxuleou a chama anis de uma das velas quando pude olhar nos olhos de meu austero amigo, sobre tais qualidades que proponho a contar, embora suas vestes tivessem maltrapidas, o tempo é o álibi para tal pecado nefasto de todas suas longas e pungentes escolhas, olhos brilhantes como estrelas grandes em noite enluarada, mas veementes sugestivas e traçadas a mãos de anjos, cabelos negros, tão escuros que na escuridão fazem o brilho azulado de seu reflexo jovial e controverso, dentes e lábios pecaminosamente belos. Com o olhar cravado feito presas inundou-me de sentimentos arbitrários.
Haveria ainda oportunidade de trata-lo como um grande homem, ou esquivaria de todo o desmazelamento que carrego em meus bolsos e pés?! De súbito jamais consideraria suas visitas inesperadas que quiçá compreenderia em melhor hora. Caso fosse o mais sutil dos meus companheiros, sugiro um jogo para que nossas diferenças jamais atrapalhem nossa proximidade, rapidamente trago de minhas facetas imorais um discurso entorpecente.
         Trato apenas de um jogo, mova primeiro o peão, seja o mais franco dessa vez, e tente ao menos correr das trapaças organizadas que de tanto o critiquei, mas severamente peço que não use de seu conhecimento obsoleto, que apenas saberias alguém semelhante a ti, se consideras um escárnio, delibero que seus lábios permitam menores contrações, sugeria ainda que lançasse com menor frequência o desprezo no qual hostilizadamente leio eu sua face.
E que ainda, não trate apenas como um simples mover no xadrez, mas que minha presença o satisfaça cada vez mais de suas vindas, seja sem o vinho e todas as gargalhadas de outrora, sabes de que falo amável amigo, ainda que tentasse livrar as lágrimas de seu olhos, creio que as maçãs de seu rosto estão cada vez mais pálidas e belas.
Se cada passo ilustre de meus pensamentos trazem a ti, lembranças em vida, trato de esquecê-las quando estiver sobre minha presença nas partidas, mas obviamente gozarei das recordações como um manto aveludado de minha memória, traçando uma linha desconexa entre a luz e a escuridão, embora não esteja pregando nada que afete sua convicção humana ou espiritual, romperia meus laços intrínsecos quando a saudade de seus questionamentos inconvenientes sobre a maneira na qual levo minha arte. Humilhando me a fazer parte de seu posicionamento vil e agourado, estando mesmo entre a solidão de seus dias e a minha perturbação, reconheço que em breve estarei contigo para tratarmos de ocasiões que realmente superam a dor da perda e o frêmito gosto da morte.

- M.Leite

terça-feira, 10 de abril de 2012

Alfredo e o Lago

  
Solenemente sozinho, a cavalo, olhando entre os galhos tortos, estava eu passando sobre o caminho do lago, as nuvens dissipadas do vento mais sulfúrico que poderia ter nessa época do ano, a acidez do ar mostrava quão o exonfre poderia consumir qualquer ser que pudesse habitar a terra.
Em meu peito um sentimento gelado como de uma grande dose de nitrogênio, tão frio que arrepiaria até um rinoceronte adulto, em meus delírios lembrava-me de sua ida. Sentia pelo fato de não o visitar com frequência requerida, era um de meus luxos me inebriar com alguns livros sobre minha poltrona a noite e me esgueirar de meu amigo.
Seus traços pecaminosamente belos, pálido e dentes alinhados, meu amigo, conhecedor de grandes estratégias de lutas, um soldado, dos melhores, porém morto de forma silenciosa e misteriosa, ainda assim julgo descobrir o assinassino ou ao menos a forma que o assassinio se propôs.
Um pássaro de mau agouro me seguia, entre os galhos eu jamais poderia o ver, o trote de meu animal ecoavam abafadiços e apenas entenderia o pio da ave que servia de maldição entre aquele desconexo e lúgubre atalho.
Tinha o aspecto mais negro e triste que já havia visto, as águas assemelhavam ao ébano diluído por ácido numa ação conjunta de uma tragédia emblemática de posições e cargos em um labortário, utilizando de mercurio e exonfre, provavelmente a corrosão do lago e os peixes aparentaria a cena que meus olhos retratam nesse momento.
Alfredo sentia sempre que o ar estava fosco um grande desejo de andar entre a relva e algumas vezes caçar animais estranhos ao entardecer, era sagaz e solitário, não se casara e sua vida era escura e baldia. Conhecia sua propriedade muito bem, mas sequer dava luxo de aproveitar de todas as continuas peripécias que o lugar lhe proporcionaria.
Estranhamente seus criados foram morrendo, até que a última, Helena, morrera de uma doença comum, contraída devido a umidade do ar e o excesso de bolor aglomerado nas paredes e móveis. Era uma mulher velha com saúde debilitada, parecia mais uma hóspede, pois sua função, deixou de ser uma ágil criada e tornou-se uma cozinheira desmazelada.
O pássaro que me seguia, creio eu que gostaria de mostrar algo sutil que não percebera, pois o trote do animal em que estava montado não relutou instante qualquer, mas seu breve pio parecia como uma locomotiva de minha mente, com espectros e uma grande quantidade de vozes soando semibreves e breves, semelhantes ao lamento de um clarinete.
Ao que me parecia mãos gélidas tocavam minha cintura, e nesse momento as achei generosas, estavam tocando algo que raramente fora deflorado por alguém, minha sisudez jamais permitira que eu fosse tão dócil ou agradável. Já intitulado como estranho ou mártir, estava eu com esses sentidos agora, comicamente as cabeças inúteis chamariam de um fantasma, mas o que era fantasmagórico não era esse meu sentir e sim o que estava a pensar, como foram encontrados cadáveres ao lago próximo a casa de Alfredo, desfigurados e todos sem o anelar. Supostamente alguma seita, ou quem sabe um simples pacto entre os mortos.
Veemente que eu não sentia nada que fosse ao lado de minha coxa, ao aferir que se a garupa tem algum indivíduo, por consequência tocaria próximo a carne de sua coxa e sentiria ao menos o volume de outro membro inferior tocando o meu. O ritmo do animal estava acelerado, com essa premissa assumo que estou só sobre meu potro e minha sela.
Mãos finas, finas e agouras é o que sinto em minha cintura, como mãos femininas, geladas e firmes, mas meu consciente elucidava outro destino para meus pensamentos, assim como entender os motivos dos crimes e quais foram os primeiros homicídios.
Ao longo eu avistava o lânguido lago, a morbidez atraia os olhos da lua,  qualquer raio de luz irrelevante poderia iluminar uma polegada do corpo sombrio, era absurdamente negro e viscoso.
Auferi as palavras da paisagem que expurgou meu delírio nefasto sobre, o agouro da ave continuamente tocando meus tímpanos, ainda assim não percebera se já teria se tornado um tormento ou realmente ela existira. Grandes e enormes proporções de batalhas era o que eu imaginava, mas de toda minha presunção, meu inconsciente era mais irônico do que poderia imaginar, as respostas trancadas com enigmas lineares de assuntos e chaves lógicas.
 Alfredo! Exclamei, a beira de sua lápide torneada em ouro, “Alfredo Fughir, um dos maiores homens de nosso tempo, tragado pela morte ainda jovem, será nosso tenaz soldado para sempre. RIP.”
Minhas lágrimas estiveram o tempo todo a minha espreita, mas não caíram, ate então o que tínhamos acordado em vida era de que aquele que encontrasse o espírito encapuzado se aquietaria de vez e assim permaneceria ao outro, sem palavras ou lamentações.
Preferi caminhar sobre a terra escura, espiar e afrontar os maus pressentimentos que o lago me traria, mesmo ciente de que toda e qualquer luta que tivesse de nada adiantaria, meu pobre e pequeno corpo carnal contra uma valsa de espectros praguejando e atormentados de seu fim determinado.
Ainda que a atmosfera estivesse pesada como meus pés, eu estava em paz, meu espírito estava acomodado a meu princípio, a visita fora concluída e o que me restava era aproveitar um pouco mais da morbidez da qual meus lábios se estreitavam.
Como não perceber isso, morto há tanto tempo, ainda quando um soldado, suas mãos obviamente seriam gélidas e leves, mas ainda não sei a espessura de uma mão que não vi, certamente eu sabia o porque de estar aqui, mas ainda que não tivesse ganho eu teria ludibriado meu consciente contra o misterioso inconsciente, era claro o motivo de sentir a mão de Alfredo sorrateiramente sobre o ílio, seu assovio personificado em um pássaro ou quem sabe um de seus amigos espirituais. Com toda pompa e gracejo me guiou até o local onde nos dois estaríamos em plena e sã harmonia, meu querido amigo me trouxe ao local combinado de nosso trato e jazeríamos aqui ou penaríamos até o esquecimento.

- M. Leite

domingo, 30 de outubro de 2011

Saudades



Quantas vezes dosamos esse sentimento pela quantidade de fatos ocorridos, temos lembranças de lugares e pessoas que tocam realmente nosso interior, e em verdade, sentimos felizes, e também magoados por algum motivo.
É impressionante como subitamente a saudade lhe assopra o consciente, fazendo recordar de coisas belas e que te fez feliz, faz com que se lembre de pessoas que você ama, amigos e viagens, são tantas coisas que se pode sentir saudade, enumerá-las é perda de tempo.




Esse é um sentimento misto, apesar de todo carinho que o sustente, sempre é acompanhado com um pouco de dor, seja pelo beijo que não tem mais ou culpa do cemitério ter tragado mais algum ente ou uma pessoa amada por você.
Amigos, amores, família, lugares e animais, são o escopo da saudade, sem eles, essa trama dramática não existiria. Mas em primeiro olhar, podemos julgá-la como ruim, se observarmos apenas o fato de distância, morte ou separação. Então deve colocar sua cabeça apoiada em seus braços cruzados e olhar pra estrelas e lembrar de que tais passagens de sua vida podem ter se acabado, porém o sentimento que mantinha em estância era grande e se sente saudade é por que foi bom. Ela é generosa, faz sonhar com algo que não tem mais, só que aquece o coração quando uma lembrança boa é puxada no arquivo empoeirado da memória.



                De fato nunca se livrará desse sentimento, a não ser que seu coração se petrificasse, o amor e o carinho fomentam sua vida, e os registros bonitos esporadicamente são divulgados no jornal da saudade, ela cria manchetes. Como todo dia se lê um jornal, a saudade cria um parecido, e ela tem uma edição mais atualizada que qualquer outro, pois atualiza em sua mente a cada minuto se quiser, e quando vai a algum lugar que te lembra algo por exemplo, aposto que lance tiradas urgentes. Extra! Extra!
                Toda essa loucura comum sempre será retratada em sua vida de forma generosa, sentirá saudade de muitas coisas, e pode ter certeza que se lembra é porque valeu à pena, mesmo que em algum momento tenha ficado magoado, pois o que vale não é a quantidade de vezes que se irritou, mas sim o tempo feliz que aproveitou. Vai sentir saudade de muitas coisas, é inevitável...

- M. Leite

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A amizade



A amizade...
A amizade é um presente que ganhamos de outra pessoa.
E em mais ou menos tempo,
Você conhece alguém que a pouco não se passava apenas de um estranho.
E mesmo que haja tempo e a distância
Nada pode abalar uma relação que floresceu de muitos anos ou mesmo não,
O tempo que nos envolve até que deixemos de brilhar
Contém tudo de bom,
Nesse tempo que se passou
Não foi apenas dias brancos e sem vida
Foram sorrisos, ataques, lágrimas...foi viver.
A afinidade é uma palavra que engloba
Sentimentos e visões semelhantes.
E que varia de coração a coração...
Mesmo que haja milhões de pessoas juntas,
Ninguém será melhor do que a pessoa que você escolheu, e para ela o mesmo.
A velhice chegará, mesmo que tarde.
Mas ela não é sinônimo de dor, sofrimento e cansaço,
Ela é só mais uma fase de nossas vidas e como todas outras fases devemos aproveitá-la.
Conheceremos pessoas lá também,
E pessoas que arrependeremos de não ter as conhecido antes.
Tudo na vida é válido, até os erros.
A saudade...
Não é uma questão de tristeza.
E sim de alegria, pois quando ficamos longe o coração se expande de alegria quando pensamos que há pessoas ligadas a nós mesmo que longe, e elas oram e desejam êxito em nossos dias.
E somente lamentam não poder estar juntos a nós.
E quando reencontramos mesmo que não seja explicitamente demonstrado quanto sentimos por eles, em pequenos gestos eles percebem.
E também se pudéssemos mostrar quanto gostamos morreríamos porque os sentimentos são tão grandes
Que não conseguimos expressá-los.
Mas fé anda e a confiança sempre andará em nosso ser
Mesmo que caminhemos por lugares tortuosos e distantes, as amizades não se apagam.

- M. Leite
 
 
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